sábado, 29 de janeiro de 2011

Acordada, 01h58

Eu não sei que horas são, não sei nenhum número pra telefonar, não tenho nenhum ombro agora pra encostar, mas sinto necessidade de escrever e dizer pra quem puder me ler que eu estou MORTA de saudade.

Às vezes são tantas lembranças boas que o vazio aqui dentro transborda e o ar que me entra pelo nariz e boca são demais. Viram lágrimas que não param de me molhar o rosto, roupa e qualquer coisa que esteja por perto.

Eu sinto SAUDADE. Faria qualquer coisa agora por um abraço e um carinho nos pés.




sábado, 8 de janeiro de 2011