terça-feira, 20 de setembro de 2011

Caminhos cruzados

Eu, que sempre achei o máximo viver rodeada de coincidências, começo a achar essa história bem chatinha. Aliás, acho que chata não é a palavra. As coincidências às vezes são boas, mas às vezes são bem inconvenientes.

Enquanto eu poderia estar olhando para o iPod, pro cara sentado do meu lado, pra cobradora lixando as unhas, NÃO. Eu olhei pra rua e vi você andando na calçada. Mesma camiseta, mesma calça, tênis e cabelos de sempre.

Mando então um recado ao destino: não faça mais essa brincadeira sem graça, porque meu coração pediu pra não viver mais grandes emoções no meio do dia, sem mais nem menos. As mãos agradecerão também se isso nunca mais acontecer, pois assim poderão terminar o trajeto de volta pra casa sem tremer nem por um segundo. Por último e principalmente, meu cérebro agradecerá por não ter que repensar em tudo o que me tirou o sono e me entupiu de remédios durante os últimos meses.

(A única coisa positiva disso tudo é poder constatar que certas coisas realmente nunca mudam, como o fato de você sempre ter tempo de sobra para, no meio de uma tarde de terça-feira, andar de baixo do sol quente rumo a algum lugar que não vai te trazer algo que valha a pena. Assim penso eu.)

Grata!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Aquele cara ali do outro lado da rua não para de me olhar e até acho que me deu uma piscadinha agora há pouco.

Mal sabe ele que eu acabei de pisar no cocô e que meu pé está fedendo a podre. Sorte a minha (?)

sábado, 10 de setembro de 2011

Hoje

Hoje acordei estranhamente carinhosa, querendo abraçar a todos. Quem não gosto, quem gosto, quem não conheço, quem não vejo faz tempo... sintam-se abraçados.